A campainha tocou. A porta foi abrindo devagar. A frase morreu na boca dele: “Ursinha, che—” Ricardo parou, paralisado. Na porta, um homem de camisa de oncinha aberta até ao umbigo, um buquê de…
A campainha tocou. A porta foi abrindo devagar. A frase morreu na boca dele: “Ursinha, che—” Ricardo parou, paralisado. Na porta, um homem de camisa de oncinha aberta até ao umbigo, cordões dourados grossos no peito, calça preta apertada, óculos escuros num fim de tarde. Parecia gigolô. Numa mão, um buquê de rosas vermelhas. Na … Read more